ai... vou confessar...
eu li todos os livros da série Potter...
ai...
enfim, adoro, é isso mesmo.
e tá rolando um trailer do filme o Enigma do Príncipe. eu queroooooo!
quarta-feira, 30 de julho de 2008
teste de audiênciaaaaaa!
hoje tem teste de audiência... bora lá!

Panair do Brasil
Documentário, 70 min, Brasil
Panair do Brasil é um documentário de longa-metragem que resgata a história da empresa que foi pioneira na aviação comercial brasileira, símbolo de modernidade e eficiência, e que foi extinta por ordem do governo militar instalado no poder. Uma história de glamour e conspiração.
Panair do Brasil é um documentário de longa-metragem que resgata a história da empresa que foi pioneira na aviação comercial brasileira, símbolo de modernidade e eficiência, e que foi extinta por ordem do governo militar instalado no poder. Uma história de glamour e conspiração.
Direção: Marco Altberg
Produção Executiva: Maiza Figueira de Mello Altberg
Edição: Luis Castro Guimarães
Fotografia e câmera: Tota Paiva
Narrador: Paulo Betti
Trilha Musical: Tuninho Galante
Produção: Indiana/M.Altberg Cinema & Vídeo
Co-produção: BNDES/Rio Filme
Distribuição: Downtown Filmes
terça-feira, 29 de julho de 2008
Historia de Lily Braun
Como num romance
O homem dos meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse cheese
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz
* gente, vou confessar: eu deteeeeeeeesto esse lance de postar letra de música, eu faço a seguinte leitura: pessoas, não estava com saco, tempo e imaginação, engulam essa letra aí e pronto...
mas vou calar a minha pp boca e compartilhar ...
o que seria da nossa vida sem chico e edu lobo?
amo!
O homem dos meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse cheese
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz
* gente, vou confessar: eu deteeeeeeeesto esse lance de postar letra de música, eu faço a seguinte leitura: pessoas, não estava com saco, tempo e imaginação, engulam essa letra aí e pronto...
mas vou calar a minha pp boca e compartilhar ...
o que seria da nossa vida sem chico e edu lobo?
amo!
ah! e vestido de bolinha é gostoso tbm.

mais um... ou só um...
alguém pode me dizer de onde vem o poder da caixa de bis?
cara, pensa: ela é poderosa!
sua periculosidade aparece já no supermercado... vc jura que jura que não vai comprar, não precisa.
Aceite, ninguém precisa de uma caixa de bis ou de qualquer outro chocolate...
Mas de que adianta? Os poderes da caixa atravessam corredores e corredores, vc está concentrada na ala de hortifruti granjeiros mas estranhas ondas eletromagnéticas, só pode ser isso, sussuram o seu nome em um tom bem melódico, pedindo, clamando a sua presença e suplicando: só uma! é só uma!
E mais uma vez vc é vencida...
ao vencedor as b... ops... os chocolates! e compra a bendita caixinha.
mas o martírio está longe de findar! não pense que acabou não!
em casa, no meio da novela, vc lembra da caixinha. a caixinha que só seria aberta em dia de visita ou no final de semana... mas as súplicas sussurradas reaparecem: é só um! é só um!
cara, pensa: ela é poderosa!
sua periculosidade aparece já no supermercado... vc jura que jura que não vai comprar, não precisa.
Aceite, ninguém precisa de uma caixa de bis ou de qualquer outro chocolate...
Mas de que adianta? Os poderes da caixa atravessam corredores e corredores, vc está concentrada na ala de hortifruti granjeiros mas estranhas ondas eletromagnéticas, só pode ser isso, sussuram o seu nome em um tom bem melódico, pedindo, clamando a sua presença e suplicando: só uma! é só uma!
E mais uma vez vc é vencida...
ao vencedor as b... ops... os chocolates! e compra a bendita caixinha.
mas o martírio está longe de findar! não pense que acabou não!
em casa, no meio da novela, vc lembra da caixinha. a caixinha que só seria aberta em dia de visita ou no final de semana... mas as súplicas sussurradas reaparecem: é só um! é só um!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
efeito borboleta
ela corria assustada de um lado para o outro sem saber direito qual escadaria subir ou descer,
qual porta bater ou corredor entrar...
estava assustada e ofegante, se sentia sozinha embora eu segurasse firme em sua mão frágil e infantil.
o vestido rodado, as presilhas na cabeça, o penteado cuidadosamente preparado não existiam mais. os cabelos estavam desgrenhados e sua carinha permanecia assustada, olhos arregalados.
precisávamos fugir dali.
correr, achar uma saída.
eu é quem nos guiava, e não fazi a menor idéia de qual caminho seguir, mas me mantive.
forte, quase implacável, mesmo sem saber exatamente o que fazer, eu sabia que precisava tirar aquela criança dali.
e estava prestes a conseguir.
qual porta bater ou corredor entrar...
estava assustada e ofegante, se sentia sozinha embora eu segurasse firme em sua mão frágil e infantil.
o vestido rodado, as presilhas na cabeça, o penteado cuidadosamente preparado não existiam mais. os cabelos estavam desgrenhados e sua carinha permanecia assustada, olhos arregalados.
precisávamos fugir dali.
correr, achar uma saída.
eu é quem nos guiava, e não fazi a menor idéia de qual caminho seguir, mas me mantive.
forte, quase implacável, mesmo sem saber exatamente o que fazer, eu sabia que precisava tirar aquela criança dali.
e estava prestes a conseguir.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
sem pauta
páginas em branco.
linhas vazias esperando, aguardando palavra por palavra, letra a letra, ponto a ponto cada qual no seu lugar.
as vezes tenho a impressão que ao invés de continuar escrevendo minha própria história, parei no quinto parágrafo e chacoalhei as linhas.
sabe aquele lance de puxar a toalha com a mesa ainda posta para o jantar?
voam pratos e copos pelo chão, mas alguns objetos se salvam, e permanecem intactos em cima da mesa.
é mais ou menos isso: eu sacudi, puxei as linhas.
sobraram palavras e letras embaralhadas que estão a minha espera.
e a primeira palavra que clama por ordem é renascimento.
quando?
linhas vazias esperando, aguardando palavra por palavra, letra a letra, ponto a ponto cada qual no seu lugar.
as vezes tenho a impressão que ao invés de continuar escrevendo minha própria história, parei no quinto parágrafo e chacoalhei as linhas.
sabe aquele lance de puxar a toalha com a mesa ainda posta para o jantar?
voam pratos e copos pelo chão, mas alguns objetos se salvam, e permanecem intactos em cima da mesa.
é mais ou menos isso: eu sacudi, puxei as linhas.
sobraram palavras e letras embaralhadas que estão a minha espera.
e a primeira palavra que clama por ordem é renascimento.
quando?
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