terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

nas gerais.

na quarta tem belorizonte com casa do conde, iphan, mercado central e tudo que é queijo, doce e pimenta. e biju, cerveja, toucinho, panela, peso de porta, filhote, damasco, uva passa, queijo coalho, queijo bola, queijo fresco, queijo. muito queijo. vai ter até entrevista com fernando brant.
ufa!
na volta eu conto.

call me

bom mesmo é poder ter um celular com bônus ilimitados principalmente para fazer interurbanos.
tudo na faixa.
o resto é conversa. e muito da fiada.
saudades dos amigos que estão longe.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

síndrome II

teve também cinema na quinta com direito a roda de violão em uma praça qualquer que eu não me lembro o nome... e eu que pensei que essas coisas não acontecessem em brasília.
enfim, pensei em falar do filme, deu preguiça.
pensei em escrever uma breve tese sobre as rodas de violão onde as pessoas insistem em tocar raul seixas... tstststs. desisti tbm.
do texto e da roda.
acho que é a preguiça da sexta.
companhias agradabilíssimas ontem à noite. apesar do raul.
teve fagner também. mas esse é bacana.
de verdade. e o coração continua alado.
viva a sexta feira!

síndrome

acho que todos os blogueiros de plantão ou não já sofreram dessa pequena síndrome.
síndrome do pensamento que foge quando estamos na frente do teclado.
essa semana foi intensa.
na terça rolou de encontrar o diretor do longa exibido no Teste de Audiência no aeroporto, como ele não me conhecia, lá vai eu com uma singela placa na mão: ANDRÉ KLOTZEL.
pensei em escrever sobre os encontros e desencontros que acontecem nos aeroportos, fiquei ali parada esperando o cara chegar e fiquei imaginando quantas lágrimas, seja de alegria, tristeza ou saudade, as paredes dos aeroportos guardam... quando percebi que o assunto me deprimia logo imaginei que talvez um espírito de porco pudesse chegar pra mim e dizer: olá! tudo bem? eu NÃO sou o andré klotzel. e sair de perto chacotando de mim. hahahaha.
isso riam, eu ri. e me deu a maior vontade de fingir ser outra pessoa, apenas por alguns instantes, quando eu estiver desembarcando em algum lugar por aí...
enfim, o assunto fugiu... acho que era isso...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

você percebe que já não é mais a mesma...

...quando não faz muita diferença ter caído na balada na sexta à noite ou ter ficado em casa na cia de um bom filme ou seriado.
...quando conversar com pessoas mais velhas, cheias de histórias pra contar, tomando um drink qualquer pode ser mais divertido, e com certeza é, do que a melhor boate da cidade.
...quando todo e qualquer atendente de mercado, farmácia ou boteco te chama de senhora. – aquela senhora ali!
...quando passar o tempo rodeada pelos filhos dos amigos, se lambuzando de chocolate e assistindo desenho animado é bem mais legal do que você imaginava.
...quando você sai pra dançar e antes mesmo das três já está morta de cansaço, implorando pela sua cama.
...quando beber muda de significado, ao invés de encher a cara de cerveja quase toda a semana, passa a ser curtir algum destilado, muito bem acompanhada, sentindo seu corpo se entorpecer lentamente.
... quando você entra num bar todo estiloso e ao invés de virar uma long neck, prefere saborear um capuccino.
Velhota!

bora lá

O Teste de Audiência é um projeto da CAIXA Cultural que tem por objetivo aproximar o Cinema Brasileiro de seu público.
Mensalmente um filme inédito, ainda em processo de finalização, é apresentado em Sessão Surpresa. Ou seja, o espectador não saberá antecipadamente o filme que irá assistir, mas é certo que será sempre uma bela surpresa.
Após a projeção o público conversa livremente sobre o filme na presença do diretor, de modo a este ampliar sua percepção sobre a própria obra.
O Teste de Audiência está em sua terceira temporada na CAIXA Cultural de Brasília e estréia na CAIXA Cultural de Curitiba.

tem que ver pra crer