terça-feira, 18 de novembro de 2008

dada a largada!

41 Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Se eu conseguir comparecer todos os dias o blog ficará mais interessante e movimentado.
Hoje é noite de abertura, somente para convidados, e estarei lá firme e forte.
No sábado tem filme do André Luiz Oliveira, produzido pela Asacine, na Mostra Brasília, depois eu faço um convite bacana.
Esse ano eu não estou trabalhando na produção do Festival (snif!) mas vou lá assinar o ponto.
Agora deixa eu trabalhar...

othon bastos em cena...
SÃO BERNARDO, de Leon Hirszman, 1972.
filme de hoje, na sala villa lobos, a partir das 20:30.
aH! Leon Hirszman = eles não usam black tie... sacou?

domingo, 16 de novembro de 2008

combina com meu jeito

...a vida não tem ensaio...

"é só uma história, ninguém vai morrer por causa disso... "

e foi assim, que num final de domingo calorento, chuvoso e monótono, eu saí do cinema aos prantos e imensamente feliz.
o cinema brasileiro sempre me causa isso, fico submersa num orgulho patriota que beira à infantilidade, mas sou assim, fazer o quê?
ainda mais esse filme, esse ator, esse roteirista e essa música.
essa história de amor é mais uma de tantas histórias, mas deixou-me numa euforia, numa vontade e disposição louca de viver quantas histórias dessa forem necessárias, quantas a vida me reservar. e olha que hoje eu acho que aguento muitas.
o vento podia aproveitar o meu entusiasmo e soprar alguém na brisa da madrugada.
vai que amanhã eu acorde com os pés fincados na realidade?

o tempo e o vento e a chuva

"...vois me cê tem um olhar que ferve o sangue da gente!"

"... um homem que não sabe se apegar à terra, não serve para Santa Fé".

uma chuva forte, cheirosa e linda caindo na minha janela.
e na tela assisto "o tempo e o vento" com todos os seus vois me cê.
bom domingo.

inclusão de quem?

estava eu em casa, num domingo ensolarado e repleto de preguiça, quando decidi permanecer no aconchego do meu lar, e rascunhar algumas idéias...
escreve pra lá, escreve pra cá, as idéias foram tomando forma e passei para a parte de pesquisa de alguns sites, sonhando alto com patrocínios inesperados, enfim...
quando de repente, não mais que de repente, encontro no site da VIVO o link CULTURA...
olha só!
estava no caminho certo!
vejam que exemplo de empresa preocupada com o futuro do seu país e com o bem estar da comunidade:
Vivo Cultura - Democratizando o acesso da população à cultura e a arte brasileira.
"o espaço cultural vivo tem por missão democratizar o acesso da população a eventos de qualidade, e difundir a cultura e as artes produzidas no Brasil, incentivando a inclusão social".

vejam com seus próprios olhos:

http://www.vivo.com.br/portal/institucional_cultura.php?WT.ac=Institucional/Home.SubMenu_Superior.Cultura

e agora pasmem com a programação do Espaço Cultural Vivo:

A Cabra ou Quem é Sylvia?
Estréia: 10 de outubro, sexta-feira,às 21h30.
Temporada: até 21 de dezembro.
Local: Teatro Vivo, 290 lugares
Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 860, Morumbi
Sessões: Sextas e sábados, às 21h30.
Domingos, às 19h.Gênero: Comédia. Duração: 100 minutos. Recomendação: 16 anos.
Horário da bilheteria: de terça a quinta, das 14h às 20h.
De sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo.
Telefone da bilheteria: 7420-1520
Vendas por telefone: 4003-1212 http://www.ingressorapido.com.br/
Estacionamento no local: R$ 15
Aceita cartão de débito e dinheiro, não aceita cheque.

sabem de quem é a direção do espetáculo?
jô soares...
preciso dizer mais alguma coisa?
bora telefonar na bilheteria e saber quanto custa o ingresso democrático e inclusor...

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

prefiro tinto seco

ela estava cansada como em todos os fins de tarde de sexta-feira.
o dia não havia sido tão duro a ponto de deixá-la exausta, mas era sempre a mesma coisa: até que horas estaria sozinha? o que o final de semana reservava pra ela? quem encontraria ou quem nem teria notícia?
caminhou até sua casa mais devagar que o normal, queria apenas retardar a sua chegada.
mas como não poderia deixar de ser, chegou.
abriu a porta do apartamento e sentiu aquele cheiro de casa limpa.
lugar cuidadosamente arrumado, organizado.
depois de alguns minutos esparramada na cama, finalmente conseguiu reunir forças e se levantou convicta de que passaria a noite de sexta feira sozinha e nem por isso seria menos divertido.
abriu a geladeira e ainda restava mais de meia garrafa de vinho tinto, da noite anterior.
resolveu que faria uma bela macarronada, com o molho carregado no alho, passaria um tempo na internet e finalmente terminaria de ler o livro que há dias não folheava.
e assim o fez depois de uma boa e demorada chuveirada.
e no meio do seu processo solitário recebeu uma visita.
e entre um apartamento e outro terminou a noite abrindo outra garrafa de vinho, entre queridos e uma pilha de vinis, de chico a cartola, riram, conversaram e se bastaram.
adormeceu tranquila. havia se despedido com a mesma sensação de todos os outros encontros: alguma coisa havia se perdido na história, havia ficado para trás.
e o livro ficou para o dia seguinte.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

sem mais para o momento

eu queria muito saber de onde vêem aquelas sensações que a gente acreditava estarem mortas e na verdade percebemos que estavam apenas dormindo...
enfim... divagando além do necessário depois de algumas taças de vinho em plena quinta-feira, é melhor não me alongar demais num assunto que já ficou velho, desbotado, cansado.
porque sentimos saudades daquilo que nem foi tão bom assim?

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

mais uma do pantanal

- a senhora tá me deixando sem graça mãe...
- sem graça? sem graça? mas na hora de fazer sem-vergonhice e destampar a moça ocê não ficô sem graça né!

* para ler carregando no erres no estilo mais pantaneiro possível e dormir relembrando os velhos e bons tempos em que se vazia coisa boa na tevê brasileira. ô coisa boa!

* para ler de novo e dar vários vivas a maravilhosa jussara freire e sua inesquecível e hilária dona filó.